quinta-feira, 16 de julho de 2009

FEIJOADA COLINA DA PAZ


Feijoada em Beneficio a Construção da Igreja de São Vicente de Paula, na Comunidade Colina da Paz.

sábado, 11 de julho de 2009

EDITORIAL



"Pois quando me sinto fraco, é então que sou forte" (2 cor. 12,10)

Irmãos e Irmãs, iniciemos este mês de julho refletindo sobre este versículo da carta de Paulo. Reconhecendo a nossa fraqueza e a nossa pequenez diante de Deus, é que somos capazes de nos entregarmos, totalmente, para que ele seja "tudo" em nós, e assim, nos tornamos fortes, no Senhor.

Neste tempo comum, a liturgia nos apresenta textos da Vida Pública de Jesus. Pequeno período da vida do Deus-Homem, no meio do povo, pregando o Evangelho e operando milagres na vida daqueles que tinham fé.

Às vezes voltamos todas as nossas atenções para os dois grandes tempos litúrgicos, Natal e Páscoa, que são chamados "tempos fortes", e nos esquecemos da importância do Tempo comum, para o nosso crescimento na fé. É a nossa oportunidade de sermos catequizados pelo próprio autor da catequese, o Mestre Jesus, em cada celebração que participamos.

Saúde e Paz!


Lourdes Babosa.

O BATISMO É O NASCIMENTO.











A data do dia 28 de Junho de 2009, para uma família da comunidade de Nossa Senhora Aparecida, vai ficar na historia. Foi o dia em que se batizou 6 irmãos, filhos da dona Vera, do bairro Congonhas.

O batizado foi feito na Missa do domingo na comunidade Nossa Senhora Aparecida, a Missa e os batizados foram conduzidos por Pe. Sizenando, que com muita alegria e carinho acolheu a todos.

Para a realização deste batizado, a Pastoral do Batismo fez um encontro de formação numa tarde de domingo, com a mãe e os padrinhos das crianças.

O Batismo é a primeira porta que abrimos para a entrada das graças e bênçãos de Deus em nossas vidas, e esta família teve um domingo repleto de alegrias, pois foram seis portas abertas no mesmo lar. Que eles busquem viver como a Sagrada Família de Nazaré. Que eles não parem por aqui venham participar da catequese e buscar os demais sacramentos.

O Batismo é o nascimento. Como a criança que nasce depende dos pais para viver, também nós dependemos da vida que Deus nos oferece. No Batismo, a Igreja reunida celebra essa experiência de sermos dependentes, filhos de Deus. Pelo Batismo, participamos da vida de Cristo. Jesus Cristo é o grande sinal de que Deus cuida de nós.


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26 de Julho - Dia dos Avós


Comemora-se o Dia dos Avós em 26 de julho, e esse dia foi escolhido para a comemoração porque é o dia de Santa Ana e São Joaquim, pais de Maria e avós de Jesus Cristo.


Século 1 A.C. - Conta a história que Ana e seu marido, Joaquim, viviam em Nazaré e não tinham filhos, mas sempre rezavam pedindo que o Senhor lhes enviasse uma criança. Apesar da idade avançada do casal, um anjo do Senhor apareceu e comunicou que Ana estava grávida, e eles tiveram a graça de ter uma menina abençoada a quem batizaram de Maria. Santa Ana morreu quando a menina tinha apenas 3 anos. Devido a sua história, Santa Ana é considerada a padroeira das mulheres grávidas e dos que desejam ter filhos. Maria cresceu conhecendo e amando a Deus e foi por Ele a escolhida para ser Mãe de Seu Filho. São Joaquim e Santa Ana são os padroeiros dos avós.

O Dia dos Avós gera polêmica por conta das críticas dos que só vêem o lado comercial da comemoração.




Mas o papel dos avós na família vai muito além dos mimos dados aos netos, e muitas vezes eles são o suporte afetivo e financeiro de pais e filhos. Por isso, se diz que os avós são pais duas vezes.

As avós são também chamadas de "segunda mãe", e os avôs, de "segundo pai",e muitas vezes estão ao lado e mesmo à frente da educação de seus netos, com sua sabedoria, experiência e com certeza um sentimento maravilhoso de estar vivenciando os frutos de seu fruto, ou seja, a continuidade das gerações.

Celebrar o Dia dos Avós significa celebrar a experiência de vida, reconhecer o valor da sabedoria adquirida, não apenas nos livros, nem nas escolas, mas no convívio com as pessoas e com a própria natureza.

Aproveite esta data para mandar uma mensagem de carinho aos queridos vovô e vovó e dizer o quanto você ama eles.


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sexta-feira, 10 de julho de 2009

Cantinho do Coração de Jesus

VOCÊ SABIA?!...

Transcrevo aqui, as notícias mais alegres da atualidade do Apostolado da Oração no Brasil, publicadas na última revista Mensageiro do Coração de Jesus, e assinadas pelo Secretário Nacional Padre Otmar Jacob Schwengber, SJ:

“O documento dos bispos latino-americanos de Aparecida (CELAM 2008) incentiva todos os católicos a ser missionários da esperança. O AO do Brasil quer responder com amor a esse chamado. Somos uma associação missionária!

O número de associados do AO no Brasil entusiasma: aproximadamente seis milhões! Nosso campo de ação se situa na retaguarda da Igreja. Nossa característica: mansidão e humildade. Somos, pois, uma mansa e humilde retaguarda. E o que faz a retaguarda? Dá apoio à vanguarda das missões. O AO é na Igreja uma retaguarda missionária, mansa e humilde que abastece a vanguarda missionária. Temos como patronos do AO os patronos das missões: São Francisco Xavier e Santa Teresinha do Menino Jesus.

O AO é missionário desde sua origem. Vejamos: nasceu em 03/12/1844, num colégio Jesuíta, em Vals, na França. Um grupo de estudantes sonhava em como poderiam ser missionários em terras distantes “já”. O Pe. Gautrelet, seu guia espiritual, atendeu ao desejo desses jovens corações. Propôs-lhes algo novo! Explicou-lhes que no seu dia a dia feito de estudos, fadigas e alegrias encontrava-se um tesouro espiritual! Pela oração do oferecimento colocariam sobre o altar da missa sua vida unida ao Sacrifício de Jesus Eucarístico. Assim, sem saírem de casa, dariam o apoio, de valor infinito, de que os missionários que estavam na vanguarda da Igreja necessitavam. Desse modo, seriam missionários “já”!

Hoje, quase 165 anos de fundação, o AO continua a ter o mesmo espírito missionário. Cada associado oferece o seu dia com Jesus eucarístico ao Pai, nas intenções do Papa e das missões. O AO é missionário!

Essa é a humilde resposta do AO do Brasil aos bispos da América Latina e do Caribe. Nossa vida oferecida com Cristo ao Pai faz com que sejamos seis milhões de missionários no Brasil. Graças aos Corações de Jesus e Maria!.”
Sou imensamente feliz por ser um desses seis milhões!.

Maria José.

CatequInformando

PARÓQUIA SANTA TEREZINHA 10 ANOS

Parte I

O ano de 2009 é muito significativo para a paróquia Santa Terezinha, em comemoração os seus 10 anos. Também nesse ano um amplo significado tem a catequese junto com toda a Igreja no Brasil, quando celebra o ANO CATEQUETICO NACIONAL.
Estas importantes datas, não devem passar despercebidas pelos paroquianos, sem provocar alguma revisão no itinerário percorrido, também quantificar e qualificar suas ações pastorais.
No ano de 1935 a cidade de Patrocínio, passou a pertencer a Diocese de Patos de Minas, havia na época uma só paróquia: Nossa Senhora do Patrocínio, pois a cidade era pequena com poucos habitantes e poucas comunidades.
A catequese acontecia de maneira improvisada em determinadas comunidades, muitas vezes ao ar livre, e a maioria das catequistas, eram as irmãs do Colégio Normal. Isso era antes do Concilio Vaticano II, quando se cobrava do catequizando; saber de cor todas as orações e preceitos da Igreja. Havia uma piedade muito grande; exemplo: o uso de mantilhas, pelas mulheres nas celebrações Eucarísticas, designadas pelas cores branca e preta, respectivamente solteiras e casadas.
Recebia-se, os Sacramentos muito cedo, a Eucaristia, assim que a criança matriculasse na escola ( na época os professores preparam os alunos), e a Crisma vinha logo após, aproveitando as visitas do Bispo na cidade, sem nenhuma preparação.
Mas, observa-se o carinho dos padres pela catequese. Ela chegava de modo que supria a necessidade da época. Uma grande forma de evangelização, já nas décadas 60 e 70, era a visita dos padres com a distribuição de santinhos, uma devoção muito popular. Até nessa década, a catequese caminhava, ensinado as doutrinas e preparando para os Sacramentos.
O alvo da catequese eram as crianças, levando-as a conhecerem e praticarem as devoções populares, como exemplo no mês de maio, que era ricamente comemorado, com a reza do terço e oferecimento de flores a Nossa Senhora, sendo também estimuladas ao Sacramento da confissão que acontecia semanalmente, com horário próprio para as crianças.
Foi na década de 80, que vislumbrou um novo olhar, para a catequese, com o Documento Catequese Renovada, com centralidade a catequese Cristocêntrica. Fazendo a interação fé e vida. Isso revolucionou profundamente a catequese. Novos materiais foram adquiridos, e nova metodologia embasou os encontros catequéticos.
Nessa percepção, na catequese, houve a necessidade de criar equipes de coordenação: diocesana, setorial e paroquial.
Também com o crescimento de Patrocínio, criou-se a Paróquia Padre Damião de Molokai. Ficando sobre a responsabilidade de cada paróquia sua catequese. Época em que per tecemos à Paróquia Pe. Damião.
Em 1999, o Bispo Diocesano Dom João Bosco, cria a Paróquia Santa Terezinha (continua no próximo)


Edilamar

O HOMEM E A RELIGIÃO

Faz tempo que se fala sobre a relação do homem com a religião. Os dados estatísticos estão aí e as evidências estão na rua, em uns continentes mais visíveis do que em outros, porém praticamente já engloba o mundo todo.
Percebemos que a religião é um espaço onde a possibilidade do contato com Deus se abre, mas ao mesmo tempo é espaço onde existem muitas contradições.
“O filósofo Martin Buber diz em sua famosa obra “Eu e Tu” que todo espírito autêntico anseia por religião. Não por sentenças de fé ou receitas, mas por uma saudação comum a Deus por seres humanos que nesta saudação encontram-se e solidarizam-se mutuamente”.
Essa é a força que deveríamos sentir quando pensamos e agimos na perspectiva religiosa do contato com Deus. Mas ao contrário, vemos o quanto historicamente as religiões afastaram-se do que seria sua vocação fundamental, para se inserir tragicamente nas relações de poder e protagonizar assim contradições radicais.
Os homens e as mulheres da atualidade partilham de um sentimento que impede a relação direta com o outro, e conseqüentemente a relação verdadeira com Deus; esse sentimento é o egoísmo, a preocupação excessiva consigo mesmo, e a prática irracional do consumo sem responsabilidade.
O desejo vital que o ser humano tem de Deus torna-se, então, fragilizado. O ser humano busca Deus, mas é incapaz de reconhecê-lo numa pele miserável, doente, escura, excluída. Dissociamos Deus da condição humana. Se, por um lado, nosso arbítrio é o maior responsável por nossas tragédias e sofrimentos, por outro, nos resgatamos em outras construções quando percebemos a necessidade de decifrar os sinais do Reino de Deus.
Sendo assim, sejamos capazes de superar impasses e crises. Deus é nossa força, que ele nos ajude a sermos cristãos mais comprometidos e agentes de uma realidade mais libertadora e feliz.
Que nossa religião, seja aquela pregada por Jesus, que preserve o amor e testemunhe a todos a boa nova de felicidade.



Natanael Oliveira Diniz
(Com. Santa Teresinha)

SÃO LUIS GONZAGA

"Patrono da Juventude"




São Luiz Gonzaga - Vida

1568 Nascimento
São Luís Gonzaga nasceu em Castiglione, Itália, a 9 de março de 1568, filho primogênito de D. Fernando Gonzaga, príncipe do Império, e de Da. Marta Tana Santena.

1573 Aos 5 anos, orgulho da Tropa
D. Fernando Gonzaga leva Luís, com 5 anos, numa expedição guerreira à Tunísia. Tornou-se o orgulho da tropa. Queimara o rosto ao disparar um mosquetão sozinho, reprimindo varonilmente a dor. Nova proeza. Era hora da sesta. De repente, um tiro de canhão. Dom Fernando manda uma patrulha em direção ao tiro. Descobrem a peça ainda fumegante e, por trás das rodas do canhão, Luís que trabalhava por sacudir o pó. O pai manda-o de volta para Castiglione. Começa a fase dos estudos.

1575 A "Conversão"
Ouvira dos soldados certas expressões que, embora não lhes atingisse o significado, não deixavam de ser grosseiros palavrões. Para fazer-se importante diante dos soldados, as repetia para divertimento da velha guarda. Uma vez de volta para casa, ouviu-o falar palavrões o seu aio, Del Turco, censurando com seriedade. Bastaram-lhe para a vida inteira. Nunca mais falou algo com que devesse se envergonhar. Foi o início do que Luís chamaria, mais tarde, da sua Conversão. O conhecimento do pecado e sua oposição a Deus, foi a grande novidade que veio sobressaltar a alma dele criança. Poucos anos bastaram para que o amor de Deus enchesse inteiramente o coração puro de Luís. Este primeiro desenvolvimento culminou mais ou menos aos 7 anos de idade.

Florença
Vida na corte com tudo a que tinha direito: festas, brinquedos, roupas, aulas de dança, professor de caligrafia. Mas Luís já não era mais criança. Estava conscientemente empenhado na formação do próprio caráter. Já fazia algum tempo que Luís vinha pedindo ao mestre Del Turco para que lhe procurasse um confessor. Del Turco apontou-lhe o padre Della Torre, reitor do colégio dos jesuítas. Daí para frente começou a formar sua personalidade interior, atento a tudo que pudesse desfigurá-la. Primeiro, a IRA, a "fraqueza dos fortes". Em poucas semanas conseguiu dominá-la. Segundo, o Noviciado da Língua: nenhuma palavra mais que pudesse ferir os outros. Falar somente o necessário. Terceiro, tratar a criadagem segundo o Espírito do Cristianismo. Por suas atenções para com os criados, desfrutava de grande veneração entre eles. Quarto, o Sacramento da Penitência, que foi e continuou sendo para Luís a fonte onde buscava força e estímulos para uma constante e esmerada formação do seu caráter. Através deste instrumento singular da Graça, desenvolveu-se nele aquela extraordinária clareza e segurança de consciência que, anos mais tarde, haveria de assombrar o seu próprio confessor, São Roberto Bellarmino. Luís considerou sempre o Sacramento da Penitência como o ponto central de sua vida interior.

Nossa Senhora e a Castidade
Em Florença, Luís costumava visitar com freqüência a igreja de Nossa Senhora "Santíssima Annunziata", e deter-se demoradamente diante do quadro da Anunciação. Os olhos puros de Maria tocaram-no profundamente.. Pareciam que estavam a lhe fazer um convite: "Filho, não queres ser como eu fui e ainda sou? Não me queres dar teu coração para que eu o entregue a Jesus como propriedade sua para sempre?" Sua resposta foi simples e singela. Ante o quadro da Anunciação, numa hora de recolhimento e de graça, depositou nas mãos de Maria todo o seu ser virgem e emitiu o voto de perpétua virgindade.

1580 Volta a Castiglione: vida de oração
Junho de 1580. Abrem-se novos horizontes. Algo aconteceu com respeito à oração. Rezava ora nos cumes das montanhas, ora no interior do seu quarto. Espreitando-o por uma fresta da porta, os camareiros viam-no ajoelhado no chão, diante de um grande crucifixo de prata, único ornato em seu quarto, abismado em oração, braços estendidos ou com as mãos postas, sereno, imóvel. E de seus olhos corriam lágrimas de amor e felicidade. Costumava, aos descer as escadas, saudar em cada degrau a Medianeira de Todas as Graças com uma Ave-Maria. Luís tornou-se um grande homem de oração. A princípio rezava 1 hora de manhã e 1 hora à noite. Depois, passou a prolongar a oração durante a noite. Começou, então, a célebre luta contra as distrações na oração. Esta tornou-se o grande propulsor de toda a vida de Luís. Dizia: "A plenitude evangélica só se adquire com o estudo da oração. Não pode jamais a ser perfeito quem não for homem de oração".

1580 Primeira comunhão
De visita a Castiglione, o cardeal São Carlos Borromeu pergunta a Luís se já havia recebido a santa Comunhão. Luís respondeu que não. No dia 22 de junho de 1580, festa de Santa Maria Madalena, recebeu, na igreja Matriz, das mãos do Cardeal São Carlos Borromeu, a sua Primeira Comunhão. Tinha 12 anos de idade. Quando, durante a Missa, o celebrante erguia o Corpo do Senhor para a adoração dos fiéis, corriam pelas faces de Luís lágrimas de emoção, porque começava a desvendar-se, diante dele, os mistérios da Redenção.

1581 Espanha
Em 1581 parte com a família rumo à Espanha, convidado que fora seu pai a integrar a comitiva de Da. Maria da Áustria. Luís, e seu irmão Rodolfo, foram destacados para o serviço imediato do jovem príncipe herdeiro, D.Diogo, filho de Felipe II. Estava Luís Gonzaga com 13 anos. Intensificou sua vida de oração. Às vezes levava cinco, ou mais, horas de esforços para se livrar das distrações. Vestia-se modestamente, muitas vezes como pobre. Mas a todos causava respeito. Após 1 ano na corte, o príncipe herdeiro morre. Luís começa a preocupar-se com o futuro. Queria decidir sobre a vocação.

Vocação
Depois de muita oração, decide consagrar toda sua vida a Deus entrando numa Ordem religiosa. Mas, QUAL? Pouco a pouco a COMPANHIA DE JESUS foi predominando. Ainda viviam vários padres do tempo de Santo Inácio. Mas o que exerceu um último e decisivo influxo, foi o fato da garantia que a Ordem lhe dava de jamais ser elevado a honras ou dignidades eclesiásticas...ser um simples homem entre outros homens, todo para Deus e para a salvação das almas. Resolveu e ficou em paz. Pede luz à Mãe do Céu, Nossa Senhora do Bom Conselho. Sente a certeza. Seu confessor confirma a decisão. Luís vai imediatamente comunicar a decisão a sua mãe. Esta leva a notícia ao marquês. Da parte deste, primeiro admiração; depois, raiva e, finalmente, um NÃO decidido! Luís resolve enfrentar o pai. Ameaçado de chicotadas, responde; "Peço a Deus que me conceda a graça de, se for preciso, sofrer pacientemente pela minha vocação". Passam-se dois anos de luta entre os dois. Deixam para resolver o assunto na volta para a Itália.

1584 Volta à Itália
São Luís estava com 16 anos. Mandado a visitar os principados vizinhos, conservou-se forte e puro. Quanto à vocação, o marquês volta à carga: "Vai-te daqui para fora e não apareças mais diante dos meus olhos!" Luís deixa a casa paterna. O pai manda trazê-lo de volta. Novos vitupérios. Luís tranca-se no quarto. O pai, preocupado, vai expiar. O que vê? Luís prostrado de joelhos, diante do crucifixo, repetindo jaculatórias ao seu Jesus. Ao mesmo tempo, com mão firme, vergastava tão violentamente suas costas, que o sangue já aparecia nas estrias. O marquês, impressionado, concede-lhe, finalmente, a permissão. Escreve ao geral da Companhia de Jesus entregando-lhe o seu primogênito, o que de mais caro possuía no mundo!

1585 A abdicação
O dia 2 de novembro de 1585 foi o dia da abdicação. O notário termina a leitura da renúncia de todos os bens. Luís assina sem vacilar. Retira-se para o quarto. Dentro de instantes volta já trajando a batina preta dos jesuítas.

1585 Ingresso na Companhia de Jesus
Aos 20 de novembro de 1585, entra no noviciado de Santo André, em Roma. Começa a observância fiel das regras. Antes de terminar o primeiro ano de noviciado é mandado a Nápoles, a fim de retomar os estudos. Uma das razões era que a sua saúde já começava a dar sinais de abalo. Mas o clima de Nápoles foi pior. Em maio de 1587 é chamado de volta a Roma, onde concluiria o ano letivo. Sobressaiu nos estudos de filosofia. Escolhido para a disputa solene, três cardeais compareceram. Em 1587, fez os Santo Votos de pobreza, castidade e obediência na capela do Colégio Romano. Não havia completado ainda 20 anos. Em 1589, enquanto passava o verão na casa de campo de Frascati, o padre, depois santo, Roberto Bellarmino avisa-o que deve viajar para sua terra natal. Problemas de família. Resolve-os e vai continuar seus estudos em Milão. Durante sua estadia nesta cidade, sente que estava próxima sua viagem para a pátria definitiva. Volta a Roma, decidido a empregar, com toda energia, o tempo que lhe restasse, na preparação para o encontro com o Senhor. Entrega tudo o que tinha ao P. Reitor e inicia o seu quarto e último ano de teologia.

1591 O Apóstolo da Caridade
Em 1591, a peste bate às portas da Itália. Contavam-se, aos milhares, as vítimas em Roma. Luís sentiu que sua grande hora havia chegado. Quis tornar-se um simples Irmão enfermeiro a serviço do próximo. Somente no Colégio Romano eram tratados 300 indigentes. Insiste para cuidar dos doentes, preferindo os mais pobres e necessitados. o zelo de Luís fá-lo descuidar de certas precauções. os superiores o proíbem de trabalhar no hospital, com medo do contágio. Pede, então, para ser transferido a outro hospital menos perigoso. Para lá dirige-se no dia 3 de março de 1591. No caminho, topa na rua com um empestado. Levanta-o e carrega-o nos ombros até o Hospital da Consolação. Volta para casa minado pela febre. O germe da morte infiltrara-se em seu corpo extenuado. Recolhe-se logo ao leito, o seu leito de morte!. Em cinco dias a doença leva-o às portas da morte. Vem uma primeira crise. Resiste, ainda, por três meses. A 10 de junho, escreve uma carta de despedia a sua mãe: "Recebi sua carta ainda em vida nesta terra dos mortos. Em breve, porém, irei louvar a Deus na eternidade, terra dos vivos...Nossa separação não durará muito. Lá em cima nos reencontraremos". Depois disso, Luís só falava do céu: "Desejo dissolver-me e estar com Cristo".

1591 A Morte
Caia a tarde de 20 de junho. Era uma quinta-feira, oitava da festa de Corpus Christi. Pede que lhe tragam a santa comunhão. Após a comunhão, pede para despedir-se de cada um em particular. Na hora do desenlace, três pessoas ficaram no quarto. Ao entrar a noite, somente um padre estava no quarto. Este aproxima-se do leito de Luís e pergunta-lhe se precisava de alguma coisa. "Ajudai-me...estou morrendo!" Depois, pede que o virem para o outro lado. Os outros dois padres volta. Colocam uma vela na mão do moribundo. Luís segura-a firmemente. Com a outra mão, aperta firmemente ao peito o crucifixo dos agonizantes. mantinha o olhar fixo num outro crucifixo que haviam colocado aos pés da cama. Onze da noite, um leve tremor, e dos lábios de Luís, um hálito de respiração e um, bem apagado, "Jesus!" Fim! Luís Gonzaga voara para a eternidade! Era o dia 21 de junho de 1591. Luís Gonzaga tinha 23 anos!

1605 Beatificação

1726 Canonização

1926 Protetor da Juventude
Proclamado pelo Papa Pio XI, em 1926, modelo e protetor da juventude.

EJC - Encontro de Jovens com Cristo


XX Encontro de Jovens com Cristo

Aconteceu nos dias 26,27 e 28 de junho, nas dependências da Creche Criança Feliz e Casa da Menina, o XX EJC da comunidade Nossa Senhora do Rosário. Cerca de 40 jovens, tiveram um final de semana diferente, com palestras, músicas, louvores e apresentações teatrais voltados para temas da Igreja Católica.

A família EJC estava em festa, pois além, de este ser o encontro de número 20 da comunidade Nossa Senhora do Rosário, neste ano de 2009, se comemoram 15 anos da realização do primeiro EJC da comunidade, realizado em 1994.

Para marcar ainda mais um evento tão importante, o EJC foi encerrado com a Santa Missa, celebrada lá mesmo na Creche Criança Feliz, pelo nosso pároco padre Wesley Roberto Balbino, não só para os jovens que participavam do encontro, mas também seus familiares e todos que colaboraram com a realização do EJC.

Após a missa, foi servido um café de confraternização entre os jovens e suas famílias.


Eduardo

SANTA MARIA GORETTI

“Padroeira da Juventude”



Vida de Santa Maria Goretti
Foi um quente e úmido dia no início de Julho.
Após a refeição, Maria Goretti voltou para a seu trabalho, fazia costuras. Ela estava apenas com onze anos, mas seu pai, Luigi Goretti, havia morrido e sua mãe e irmãos tiveram de trabalhar nos campos, de modo que a menina esteve a cargo das demais funções.
Viviam perto de Anzio, Itália, em uma casa que partilhou com Giovanni Serenelli, um viúvo, e seu filho, Alessandro de dezenove anos. Este dia Giovanni sentou para descansar, dizendo que ele estava doente, no fundo das escadas que levam ao local onde eles viviam.
Alessandro foi levado, pela beleza de Maria e por algum tempo tentou seduzi-la. Ele falou obscenidades para ela, fez sugestões e indecências ameaçou matar Maria e sua mãe se ela dissesse a ninguém.
Alessandro desceu do carro de bois que o levava e falou com o pai que estava cochilando ao pé da escada e subiu para a casa. Ele não disse nada a Maria e foi para seu quarto. Ele saiu e insistiu com ela, mas ela não respondeu, pois ela costurava.
Estava furioso e ele agarrou a menina e a arrastou para a cozinha e chutou a porta fechada. Ela lutou quando ele disse-lhe a sua intenção. Ela chorou,
"Não. É um pecado. Deus não quer isso. Você vai ir para o inferno!".
Alessandro ficou ainda mais indignado com a sua resistência, levantou uma faca e ameaçou-a. Ela disse:
"Não, não!". Assim ele a atingiu com a faca. Ela gritou por socorro, mas a porta estava fechada e ninguém ouviu. Ela caiu no chão e, em seguida, arrastou-se até porta.
Ele esfaqueou a menina mais seis vezes. Deixou cair a faca e ele correu para seu quarto e fechou a porta.
O pai de Alessandro, dormindo, não ouviu Maria, mas ele acordou com o forte choro dos bebês. Ele saltou, encontraram Maria, em uma piscina de sangue.
Maria do corpo foi horrivelmente dilacerado. Foi um milagre que ela ainda estava viva. Ela mal podia respirar. Sua mãe desmaiou.
Eles perguntaram que fizeram esta coisa terrível, ela sussurrou:
"Foi Alessandro. Ele tentou fazer-me algo que era um pecado. Mas ele não podia fazer-me fazê-lo. Ele não podia. Eu não iria deixá-lo.
Ela foi levada para o hospital em uma cidade vizinha. A polícia chegou para prender Alessandro. Uma multidão de revoltados agricultores cercaram a casa. A polícia enviou para mais guardas para levá-lo embora. A multidão queria matá-lo no local.
Os médicos notaram com espanto que a menina ainda estava viva. Seu corpo estava coberto com o sangue. Disseram que era um caso desesperado. Chamaram o padre. Alguém disse,
"Ela é um anjo. Maria estava queimando em febre e sofrimento, mas ela disse,
"Estou bem. " Sua mãe, em lágrimas, deu-lhe o crucifixo para beijar e que confortá-la.
O capelão e abençoou uma medalha que foi pendurada em torno de seu pescoço em uma fita verde. Ela beijou a medalha vezes.
Ela perdoou Alessandro, como ela recebeu fervorosamente Sagrada Comunhão pela última vez. Ela disse, "Ele é Jesus, a quem verei em breve no céu.
A dor piorou. Quando a sua querida mãe lhe pediu para rezar por todos eles, ela já não podia falar, mas os olhos dela disseram que ela iria fazer isso com prazer.
E então, Maria Goretti morreu. No funeral, orando por ela, quase todos pediram a ela para orar por eles.
Esta menina, linda no corpo e na alma, foi canonizado pelo Papa Piu XII em 24 de junho de 1950. A mãe dela estava presente.
Sua festa é dia 6 de Julho. Desde sua morte, Maria foi o instrumento de muitas curas e milagres, incluindo a conversão de seu assassino.
Maria Goretti é um excelente modelo e intercessora para a juventude de hoje Católica, confrontada com um mar de imoralidade que derramou-se no mundo moderno pela mídia.
Ela oferece as crianças e os jovens, um refúgio, proteção, um espírito sereno e da profunda alegria dos puros de coração.
Foi um quente e úmido dia no início de Julho.

Festa em Louvor a São Cristóvão

Grandiosa Festa em Louvor a São Cristóvão
Protetor dos Motoristas, de 16 a 25 de Julho de 2009
No Bairro São Cristóvão - Patrocínio - MG




16/07 - Quinta Feira
18:30 h - Reza do Terço
19:00 h - Celebração da Santa Missa

17/07 - Sexta Feira
18:30 h - Reza do Terço
19:00 h - Celebração

18/07 - Sábado
18:30 h - Reza do Terço
19:00 h - Celebração

19/07 - Domingo
19:00 h - Reza do Terço
19:30 h Celebração da Santa Missa

20/07 - Segunda Feira
18:30 h - Reza do Terço
19:00 h Celebração

21/07 - Terça Feira
18:30 h - Reza do Terço
19:00 h - Celebração

22/07 - Quarta Feira
18:30 h - Reza do Terço
19:00 h - Celebração

23/07 - Quinta Feira
18:30 h - Reza do Terço
19:00 h - Celebração

24/07 - Sexta Feira
18:30 h - Reza do Terço
19:00 h - Celebração

25/07 - Sábado
05:00 h - Alvorada
17:00 h - Santa Missa na Igreja São Cristóvão, carreata com a imagem de São Cristóvão e Benção dos veículos.

26/07 - Domingo
19:00 h Movimentação da Barraquinha

Todos os Dias haverá leiloes, bingos, barraquinha com pasteis, caldos, espetinhos, cachorro quente, bebidas e muito mais.

AS COMUNIDADES AGRADECEM

O mês de junho foi movimentado em nossa Paróquia, com a realização de várias festas dos padroeiros das comunidades.

Aqui na Cidade, tivemos a de São João Batista, no Bairro Jardim Eldorado, a de Santo Antonio, no Bairro de mesmo nome e a de Sagrados Corações, no Bairro São Cristóvão.

Em todas elas tivemos diariamente a celebração da Santa Missa, e quando não era possível a presença do Sacerdote, era celebrado o Culto sempre com boa participação dos fieis.

Em nome destas comunidades, queremos agradecer nosso pároco pela sua dedicação e seu empenho pessoal para as realizações destas festas, de suma importância para todos nós paroquianos.

Foram muitos voluntários, doadores de materiais e de serviços que ajudaram nestes eventos, tanto nas celebrações litúrgicas, como nos serviços de barraquinhas, movimentadas todas as noites, após as celebrações, prestigiadas pelos moradores locais e também por grande número de visitantes.

A toda esta gente que ajudaram a realizar e enriquecer nossas festas com suas presenças, nosso muito obrigado.

Agradecemos também os festeiros que trabalharam muito, cada um de acordo com a sua aptidão, e aos novos festeiros que foram apresentados as comunidades como responsáveis pelas celebrações do próximo ano, nossos votos de boas vindas, e que as realizações sejam tão boas ou melhores do que as que ora, acabamos de celebrar.

Neste mês de julho teremos dia 12 a festa de Santa Luzia dos Barros e dia 25 teremos aqui na comunidade de São Cristóvão a festa de seu padroeiro. Que estas comunidades recebam também o apoio e a colaboração de todos.

Que assim seja pela graça de Deus!



José Donato

RETIRO DOS SACERDOTES

As paróquias de toda diocese, ficaram durante esta primeira semana do mês, sem os seus párocos e demais sacerdotes, que se ausentaram para participarem de um retiro espiritual com nosso bispo Dom Cláudio em Patos de Minas.

Muitos de nós que estamos todos os dias com nosso pároco, nos sentimos durante este período um pouco desamparados e meio perdidos, como filhos cujos pais se ausentam para um futuro retorno, mesmo que seja breve.

É oportuno lembrar que teórica e praticamente, nossos padres são os que mais dedicam as orações na paróquia, e mesmo assim há esta necessidade de uma espiritualização mais profunda, isolando-se das preocupações externas, para este encontro com Deus, através desta entrega total em orações, da leitura e meditação de sua Palavra.

Isto vem mostrar para nós, a importância e as dificuldades do ofício sacerdotal, o qual só é possível ser vivenciado, pela força das orações e sólida fé em nosso Senhor Jesus Cristo.

Mas a ausência inicialmente sentida, nos é recompensados, pois nossos párocos retornam abastecidos da graças de Deus, espiritualmente fortificados, e sem dúvida, este benefícios, se estendem a todos nós paroquianos, através das celebrações, na mensagem da Palavra e no nosso convívio pessoal.



José Donato

ANO SACERDOTAL

Com o encerramento do Ano Paulino, iniciamos no dia 19 de junho o Ano Sacerdotal, com sua abertura solene feita pelo nosso Papa Bento VI, neste mesmo dia, na festa do Sagrado Coração de Jesus.

É um tempo oportuno para nós leigos e os próprios sacerdotes, conscientizamos da importância deles na missão evangelizadora da Igreja, e por eles rezarmos para que permaneçam firmes na fé.

Portanto, em nossas orações cotidianas, vamos lembrar de nossos sacerdotes, e em especial, como sincero compromisso, durante este Ano Sacerdotal.



José Donato

FÉRIAS DA CATEQUESE

Após um 1º semestre bastante dinâmico, tendo como o último ato mais visível, a caminhada dos crismandos, que no dia 21 de junho, saíram de suas comunidades encerrando na Igreja de São José com a celebração da Santa Missa, a nossa catequese entra de férias, para retorno no dia 1º de agosto.

Mas os catequistas, terão dentro deste período, nos dias 27 a 30 deste mês, um curso de formação na casa de catequese de São José.

Que todos compareçam pra mais esta missão de suma importância para o melhor desempenho de cada um, que sem dúvida refletira positivamente no aprendizado de cada catequizando.



José Donato

O MENSAGEIRO - JULHO 2009





O MENSAGEIRO - JULHO 2009

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